News: Faz alguns dias que este blog está rodando em um VPS que aluguei na slicehost. Em um primeiro momento fiz a instalação Lamp padrão, contudo isso resultou em um pequeno inconveniente, consumo excessivo de memória ram:
# Consumo de memória com apache
mysql + apache2 rodando wordpress = 165 mb ram
Considerando que meu VPS tem apenas 256 mb de ram resolvi trocar o apache pelo nginx, o resultado foi bem agradável:
# Consumo de memória com nginx
mysql + fcgi + nginx rodando wordpress = 65 mb ram
O processo de instalação foi extremamente simples, e as configurações custaram alguns poucos momentos no google.
# Pacotes necessários:
apt-get install nginx mysql-server php5 php5-cgi php5-mysql spawn-fcgi
Arquivo de configuração do domínio no nginx
cat /etc/nginx/sites-enabled/tarzxvf.com
server {
listen 80;
server_name tarzxvf.com www.tarzxvf.com;
access_log /var/log/nginx/tarzxvf.com.access.log;
location / {
root /var/www/tarzxvf.com;
index index.html index.htm index.php;
# this move feed requests to feedburner
if ($http_user_agent !~ FeedBurner) {
rewrite ^/feed/ http://feeds.feedburner.com/tarzxvf last;
}
# this serves static files that exist without running other rewrite tests
if (-f $request_filename) {
expires 30d;
break;
}
# this sends all non-existing file or directory requests to index.php
if (!-e $request_filename) {
rewrite ^(.+)$ /index.php?q=$1 last;
}
}
# pass the PHP scripts to FastCGI server listening on 127.0.0.1:9000
location ~ \.php$ {
fastcgi_pass 127.0.0.1:9000;
fastcgi_index index.php;
fastcgi_param SCRIPT_FILENAME /var/www/tarzxvf.com/$fastcgi_script_name;
include fastcgi_params;
}
}
Arquivo de inicialização do fcgi
cat /etc/init.d/spawn-fcgi
#! /bin/sh
### BEGIN INIT INFO
# Provides: spawn-fcgi-php
# Required-Start: $all
# Required-Stop: $all
# Default-Start: 2 3 4 5
# Default-Stop: 0 1 6
# Short-Description: starts FastCGI for PHP
# Description: starts FastCGI for PHP using start-stop-daemon
### END INIT INFO
PATH=/usr/local/sbin:/usr/local/bin:/sbin:/bin:/usr/sbin:/usr/bin
NAME=spawn-fcgi-php
PID=/var/run/spawn-fcgi-php.pid
DAEMON=/usr/bin/spawn-fcgi
DAEMON_OPTS="-f /usr/bin/php-cgi -a 127.0.0.1 -p 9000 -u www-data -g www-data -P $PID"
test -x $DAEMON || exit 0
set -e
case "$1" in
start)
echo "Starting $NAME: "
start-stop-daemon --start --pidfile $PID --exec $DAEMON -- $DAEMON_OPTS
echo "done."
;;
stop)
echo "Stopping $NAME: "
start-stop-daemon --stop --pidfile $PID --retry 5
rm -f $PID
echo "done."
;;
restart)
echo "Stopping $NAME: "
start-stop-daemon --stop --pidfile $PID --retry 5
rm -f $PID
echo "done..."
sleep 1
echo "Starting $NAME: "
start-stop-daemon --start --pidfile $PID --exec $DAEMON -- $DAEMON_OPTS
echo "done."
;;
*)
echo "Usage: /etc/init.d/$NAME {start|stop|restart}" >&2
exit 1
;;
esac
exit 0
Recebi o convite essa tarde e já estou com o UbuntuOne rodando no meu laptop. O processo de instalação foi extremamente simples, não levou 5 min. No pouco uso que fiz ainda não encontrei nenhum problema, o próximo passo é instalar no dekstop lá onde eu trabalho.
Até agora só não me agradou o fato de o programa criar a pasta Ubuntu One no meu $HOME. Eu sou meio nervoso em se tratando da organização do meu $HOME, mas acho que posso me acostumar, ou achar onde mudar essa configuração e acrescentar um . (ponto) no início da pasta, afinal o que os olhos não vêem o cérebro não processa =)
E aqui quem quiser pode ver uma screenshot do UO rodando.
Não sei quando foi, mas aconteceu. Era algo que eu imaginava a algum tempo: um dropbox da vida mantido pela canonical e integrado ao Ubuntu. O projeto em Beta se chama UbuntuOne, e infelizmente depende de um “invitation” para participar ( eu já solicitei o meu ).
Na versão gratuita são oferecidos 2gb de espaço para o usuário, um ícone na área de notificação permite o acesso as funcionalidades do produto, que no momento são: integração com o Nautilus, capacidade de compartilhar arquivos com outros usuários, sincronização e uma interface Web que permite o acesso aos dados.
Alem da versão gratuita,existe também a versão paga, que por enquanto tem como único diferencial o espaço, são 10gb por 10 doletas mensais.
Antes que alguém pergunte, o protocolo em que está sendo desenvolvido o UO é livre e o cliente é open source. Contudo o servidor é da Canonical e não existem planos de disponibilizar o código fonte! Mas nada impede que alguém desenvolva um servidor próprio baseado nas especificações públicas.
Em um futuro próximo vai ser liberado uma API(fato) em cima do CouchDB(meio-fato) para que desenvolvedores possam projetar suas apps e trabalhar diretamente com o UO. Isso vai servir para facilitar a sincronização de dados dos diversos aplicativos do Ubuntu entre máquinas diferentes.
Update:
Leia também: http://tarzxvf.com/ubuntu-one-primeiras-impressoes
Ontem a noite fiz a instalação do Ubuntu 9.04, e até agora só tive 4 problemas. São eles:
- O driver Open Source para placa de Vídeo ATI as vezes “pisca” a tela.
- O driver proprietário fglrx causa um crash no sistema.
- O Liferea trava logo depois de abrir.
- O ctrl+alt+backspace não funciona.
Os 3 primeiros são bugs, e só me resta esperar uma atualização. Já o lance do backspace dizem que é feature! Tá bom…
Enfim, para desabilitar essa “feature” basta adicionar no fim do seu xorg.conf:
Section "ServerFlags"
Option "DontZap" "False"
EndSection |
Outra alternativa válida é rodar:
pascal@workaholic:~$ sudo apt-get install dontzap
seguido de:
pascal@workaholic:~$ dontzap – -disable
Não é de hoje que o uso de repositórios versionados como o git, bazaar, subversion e outros, se tornou comum. E com a popularização dessas ferramentas, muitas implementações interessantes tem sido feitas para outras áreas, alem do desenvolvimento de software. Uma delas – e que eu já procurava a algum tempo – é o etckeeper, que como o próprio nome sugere mantem o /etc do seu sistema em um repositório versionado.
Depois de instalado, o etckeeper se integra ao gerenciador de pacotes e comita cada alteração após a instalação de softwares ou atualização do sistema. É realmente muito prático. Alem disso você pode realizar commits manuais após alterações nos seus arquivos, mas se você esqueceu de comitar não tem problema, o etckeeper comita para você na próxima vez que o seu gerenciador de pacotes for acionado.
Como instalar e usar o etckeeper ( procedimento executado em um Ubuntu 8.10 )
* Instale os pacotes
root@saltador:~# apt-get install git-core gitk etckeeper
* Crie o repositório
root@saltador:~# etckeeper init
* Realize o primeiro commit ( fundamental para iniciar o rastreamento dos arquivos )
root@saltador:~# etckeeper commit “primeiro commit”
A partir daqui seu /etc já está sendo versionado, você pode testar modificando algum arquivo de configuração, ou utilizando o apt-get para atualizar, remover ou instalar programas.
* Você pode conferir as alterações através do aplicativo gráfico gitk
root@saltador:~# cd /etc
root@saltador:/etc# gitk
Meu interesse real é manter centralizado e versionado as configurações dos servidores que administro, vou estudar a ferramenta e confirmar essa possibilidade.
nota: Nos comentários do artigo onde descobri o etckeeper, existe algumas sugestões alternativas. Assim que encontrar o método ideal eu posto os resultados e um guia prático.
apt-get install bootchart
Eis aqui o bootchart gerado no meu Notebook.

