Recebi o convite essa tarde e já estou com o UbuntuOne rodando no meu laptop. O processo de instalação foi extremamente simples, não levou 5 min. No pouco uso que fiz ainda não encontrei nenhum problema, o próximo passo é instalar no dekstop lá onde eu trabalho.
Até agora só não me agradou o fato de o programa criar a pasta Ubuntu One no meu $HOME. Eu sou meio nervoso em se tratando da organização do meu $HOME, mas acho que posso me acostumar, ou achar onde mudar essa configuração e acrescentar um . (ponto) no início da pasta, afinal o que os olhos não vêem o cérebro não processa =)
E aqui quem quiser pode ver uma screenshot do UO rodando.
Não sei quando foi, mas aconteceu. Era algo que eu imaginava a algum tempo: um dropbox da vida mantido pela canonical e integrado ao Ubuntu. O projeto em Beta se chama UbuntuOne, e infelizmente depende de um “invitation” para participar ( eu já solicitei o meu ).
Na versão gratuita são oferecidos 2gb de espaço para o usuário, um ícone na área de notificação permite o acesso as funcionalidades do produto, que no momento são: integração com o Nautilus, capacidade de compartilhar arquivos com outros usuários, sincronização e uma interface Web que permite o acesso aos dados.
Alem da versão gratuita,existe também a versão paga, que por enquanto tem como único diferencial o espaço, são 10gb por 10 doletas mensais.
Antes que alguém pergunte, o protocolo em que está sendo desenvolvido o UO é livre e o cliente é open source. Contudo o servidor é da Canonical e não existem planos de disponibilizar o código fonte! Mas nada impede que alguém desenvolva um servidor próprio baseado nas especificações públicas.
Em um futuro próximo vai ser liberado uma API(fato) em cima do CouchDB(meio-fato) para que desenvolvedores possam projetar suas apps e trabalhar diretamente com o UO. Isso vai servir para facilitar a sincronização de dados dos diversos aplicativos do Ubuntu entre máquinas diferentes.
Update:
Leia também: http://tarzxvf.com/ubuntu-one-primeiras-impressoes
Alguma vez enquanto você escrevia um código já aconteceu de “acidentalmente” soltar um rm * no lugar errado? Pois é, comigo já. Aconteceu ALGUMAS vezes, teve até um dia que isso aconteceu DUAS vezes, e lá vai o tanso aqui reescrever todo o código.
Alguns podem dizer que a melhor maneira de evitar isso é usar um repositório versionado. Mas e se você quer apenas escrever um script? Não precisa nem ser “bonito”, basta funcionar? Nesses casos o uso de um repositório parece que só te atrasa.
Pensando nisso (e usando a filosofia do não precisa nem ser bonito, basta funcionar), criei esse fim de semana o backup_this. Basicamente é uma ferramenta que comprime a pasta corrente em um arquivo .tar.gz e envia ela para o gmail.
Funciona assim:

Se você quiser testar pode fazer o download aqui, depois é só mover para /usr/bin/ e colocar a permissão de execução.
Eu estou gostando, acho que até que vou fazer umas melhorias. Incluir envio por ssh, exclusão de tipos de arquivos, passagem de alvos como parâmetros e etecétera.

